
Salvador sedia maior evento de internet do Brasil!
Encontro de Design e Tecnologia Digital chega à capital baiana com palestras, mesas-redondas e oficinas:
Criação, Interfaces, Redes Sociais, Metodologias Ágeis, SEO e Flash Platform. Estes são os principais temas a serem discutidos na 14ª edição do Encontro de Design e Tecnologia Digital (EDTED), que chega a Salvador no próximo sábado (24). O evento acontece no Hotel Fiesta e é voltado para os profissionais da área, como designers, programadores e desenvolvedores.
Na edição deste ano, a programação será dividida em três espaços distintos: Design, Tecnologia e Oficinas, que contam com a participação de renomados profissionais, da Bahia e do Brasil. “Eventos como este são de grande importância para manter o mercado de design e tecnologia aquecido. Nós estamos sempre atentos para que eles não deixem de acontecer”, afirma Alessandro Canella, presidente da Associação de Agências Digitais da Bahia (www.adba.com.br), uma das apoiadoras do evento.
Na ocasião, a ADBA vai lançar o 2º Encontro de Profissionais da Web Baiana, previsto para acontecer no dia 20 de novembro. Além de participar da programação com as palestras “Novas oportunidades de negócios com as novas mídias digitais?”, ministrada por Alessandro Canella, e “Criação Online e Offline: ferramentas, ideias e cases de sucesso”, com Fábio Seixas, a associação estará disponível para tirar dúvidas de agências que queiram se associar e de profissionais e estudantes da área.
As inscrições são limitadas e podem ser realizadas através do site www.edted.com.br

Philip Kotler, o pai do Marketing, em entrevista exclusiva a José Salibi Neto, afirma que a partir de agora as empresas terão de instalar um sistema de alerta (prevenção) e resposta rápida (o atendimento de pronto-socorro) que lhes permita desenvolver rapidamente novos cenários quando a economia entrar em queda, o que deve acontecer com frequência, e atuar neles.
Em outras palavras, as empresas precisarão abandonar a sensação de segurança que haviam construído com políticas, estratégias e táticas resultantes de anos de tentativa e erro e aceitar que agora surgiu um ponto de inflexão estratégica gigantesco. Ou mantêm a estratégia e correm os riscos derivados dessa decisão – o novo ambiente pode castigar eVencer no caos, inclusive, levar à ruptura-, ou reconhecem a necessidade de uma nova.
O novo livro de Kotler, Chaotics (escrito em parceria com John A. Caslione e publicado pela Amacom) busca formatar essa nova estratégia, ou, como eles preferem chamá-la, esse sistema de gestão do caos. Kotler repassa, ainda, os fundamentos desse sistema e quais as especificidades para economias emergentes em geral e para o Brasil em particular.
A Internet foi a mídia que mais cresceu no Brasil em 2008, pelo segundo ano consecutivo, registrando um aumento de 44% nos investimentos publicitários. A participação da Web foi de 3,5%, representando um volume investido de R$ 760 milhões (dados do Projeto Intermeios). É o que revela o Interactive Advertising Bureau (IAB) Brasil – www.iabbrasil.org.br –, entidade fundada em 1998 com a missão de incentivar, promover, desenvolver e regulamentar o uso dos meios interativos para ações de comunicação e marketing.
A Internet também registrou uma audiência de 62,3 milhões de pessoas (dados do Ibope Nielsen Online) e 39% dos indivíduos pertencentes à classe C já possuem acesso à web. Esse percentual é um reflexo do aumento significativo nas vendas de computadores. De acordo com o instituto de pesquisas IDC, foram vendidos cerca de 12 milhões de PCs no Brasil em 2008.

Fonte: Meio&Mensagem
Presidente da República sancionou projeto da reforma eleitoral, vetando itens que restringiam a utilização da web para a veiculação de campanhas dos candidatos e para a cobertura jornalística dos portais
30/09/2009
A internet será território livre para os candidatos e os partidos que disputarão cargos nas eleições de 2010. Nessa última terça-feira, 29, o presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, sancionou o projeto de Lei da reforma eleitoral – que já havia passado pelo Senado e pela Câmara dos Deputados – que regulamentava as regras para a cobertura da corrida eleitoral na web, além dos padrões para as campanhas nos demais veículos de mídia do País.
Ao sancionar o projeto, Lula vetou três itens da nova Lei, sendo que o principal deles visava restringir a atuação dos debates entre candidatos na internet, obrigando que os portais e veículos online a seguirem as mesmas regras vigentes para os debates nas emissoras de rádio e TV.
A crise econômica parece ter acabado com o patriotismo dos cidadãos de Chicago. No site “Chicagoans for Rio“, moradores de onde nasceu o presidente americano Barack Obama ironizam a falta de estrutura financeira local para receber as Olimpíadas de 2016 e dizem que o Rio, que, segundo eles, “não tem dívidas públicas”, pode ficar com os Jogos.
» Visite o site www.chicagoansforrio.com
Fonte: Jornal da Globo / Esporte Brasil
Fonte: e-Band
Escrito por: Fernando Serpone, Da Redação

O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP) (c), conversa com deputados durante votação
Na quarta-feira (16), a Câmara dos Deputados aprovou a reforma eleitoral que, entre outros pontos, garante a liberdade de expressão na internet durante campanhas. Cesar Paz, presidente da Abradi (Associação Brasileira das Agências Digitais), classifica o documento como “positivo”, resultado de uma evolução dos parlamentares e de “pressão digital”, feita por internautas.
O primeiro texto aprovado pela Câmara restringia a cobertura de campanhas na web. Ao passar pelo Senado, as restrições caíram, o que foi endossado na nova votação dos deputados. Para Paz, a mudança se deu porque “os senadores evoluíram no entendimento da necessidade de liberar o uso da internet através da evolução do debate e [por causa] da pressão dos usuários que se manifestaram via Twitter, blogs e redes sociais.”
A reforma prevê também o direito de resposta em casos de ofensa. Para Paz, nesse ponto o Congresso “continua analógico”. “O direito de resposta na web é natural e não precisaria de lei”, disse, em entrevista ao eBand, por e-mail.

Por Leticia Sander, na Folha:
O marqueteiro João Santana promoveu na terça-feira um encontro em Brasília entre a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) e o americano Ben Self, mentor das estratégias de campanha na internet que ajudaram a eleger o presidente Barack Obama (EUA), para tratar do uso da rede na campanha de 2010.
Self também se reuniu com o presidente do PT, Ricardo Berzoini, e com o tesoureiro Paulo Ferreira. Os petistas ouviram a experiência americana na arrecadação, mobilização de ativistas e convocação de comícios via internet.
Sob os auspícios de João Santana, a empresa de Self, a Blue State Digital, fechou uma parceria com uma empresa brasileira que atua no setor de internet, a Pepper. A primeira fase desta parceria, já iniciada, é a elaboração de um diagnóstico para o PT sobre as possibilidades de uso da internet nas campanhas. Ambas as empresas atuarão na aplicação dessas estratégias, num segundo momento.
Antes de embarcar de volta aos Estados Unidos, Self falou sobre como aplicar esses modelos no Brasil, onde o acesso à internet é bem menos pulverizado do que nos EUA, Self disse: “Eu não acredito que você possa trazer algo pronto de determinado país, implementar em outro e fazê-lo funcionar”. Trata-se, segundo ele, de entender como estabelecer relações com as pessoas e usar estas relações para pedir que elas se mobilizem por sua causa. “Isso sim funciona em qualquer lugar. É a natureza humana”.
A reunião com Self é parte da nova fase da pré-campanha da ministra Dilma, que nesta semana teve outros desdobramentos. Na quarta-feira à noite, Dilma se reuniu na sede do PT com cerca de 15 prefeitos do partido, para tratar da conjuntura econômica e de 2010.
Nas próximas semanas, será constituído uma espécie de comando de prefeitos petistas para traçar estratégias para a campanha da petista.
O PT em breve também formalizará um pré-comando da campanha de Dilma, com a criação do chamado Grupo de Trabalho Eleitoral.
Fonte: G1 – Globo.com
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (16) a “liberdade” da internet no período eleitoral. O texto, no entanto, mantém restrição para a realização de debates. A proposta está dentro do projeto de reforma eleitoral.
O projeto segue agora para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e precisa ser publicado no Diário Oficial até 3 de outubro para valer para o pleito de 2010.
A votação na Câmara aconteceu por acordo. Os deputados mantiveram o texto do Senado, que estabelece que “é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato, durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores – internet, assegurando o direito de resposta”.

Com o desenvolvimento da Internet nos últimos anos, não é novidade que a plataforma trouxe novas alternativas de comunicação e relacionamento para as organizações em todos os segmentos. Nos dias atuais, temos um mercado globalizado altamente competitivo, características como baixo custo, assertividade, alto nível de mensuração, velocidade e interatividade fazem com que a internet ganhe cada vez mais destaque nas estratégias de marketing.
Concorrência agressiva e necessidade de crescimento fizeram com que entidades do mercado imobiliário repensassem sua estratégia de marketing e buscassem explorar novas formas de propagar e publicizar seus produtos e serviços.
A Internet tem um papel cada vez mais importante no plano de divulgação, venda e pós-venda de empreendimentos imobiliários. Segundo uma recente pesquisa realizada pelo IBOPE, a busca de imóveis na web já supera classificados de jornais impressos. Conforme dados divulgados pelo instituto, 49% da população geral usam a internet para procurar imóvel na capital paulista, contra 44% daqueles que recorrem aos anúncios classificados nos jornais.
Existe ainda um fator que deve ser ressaltado no relacionamento entre o mercado imobiliário e o marketing digital: a Crise Financeira. Essa fez com que empresas deste setor colecionassem quedas recordes na Bolsa de Valores, perdendo, assim, valor diante do mercado. Em tempos de incertezas, investimentos que trazem retornos mensuráveis se tornaram ainda mais importantes e a internet é o meio onde a “mensuração” é o diferencial.
Essa realidade acelerou ainda mais o investimento das construtoras no marketing digital, fazendo grandes players do mercado mudar o foco das ações de publicidade e alocar investimentos de outras mídias para a internet. Links patrocinados, redes de conteúdo (SEM), otimização para mecanismos de busca (SEO), redes sociais, mídia em portais de grande audiência são as ações mais praticadas e que trazem maior retorno sobre o investimento (ROI).
O mais preocupante é referente à quantidade de profissionais que ocupam posições estratégicas sem o conhecimento básico de Marketing Digital e as ferramentas de internet disponíveis. Faz-se necessário a atualização constante das novas tecnologias e uso dessas novas ferramentas devem fazer parte das estratégias empresariais no mercado imobiliário. No mercado, não existe mais espaço para o artesanal, o improvisado, mesmo nas pequenas e médias empresas.
Os hábitos do consumidor mudam a todo instante, o número de empreendimentos aumenta a cada dia. Por isso, quanto mais lenta é uma empresa nas suas decisões e na busca de informações, mais rápido ela vai perder mercado.
Portanto, essas observações servem para você avaliar a estratégia de marketing da sua empresa. Será que ela está no caminho certo?

Acabei de assistir a esse vídeo, recomendado por Lucas Hirata, e fiquei surpreso de como estamos caminhando rapidamente para era “Minority Report“. Com certeza, um grande avanço que mudará mais uma vez o dia a dia das pessoas e dos negócios.

O criador do “Sixth Sense”, Pranav Mistry.
Assista o vídeo abaixo (inglês) e aproveite para deixar seu comentário em nosso blog.
»Veja mais informções no site do “Sixth Sense” (Inglês).
Acabei de assistir esse video, recomendado pelo amigo da SetWeb Lucas Hirata, e fiquei surpreso de como estamos caminhando rapidamente para era “Minority Report“. Com certeza um grande avanço que mudará mais uma vez o dia dia das pessoas e dos negócios.

O criador do “Sixth Sense”, Pranav Mistry.
Assista o vídeo abaixo (inglês) e aproveite para deixar seu comentário em nosso blog.
» More information on the “Sixth Sense” website
A internet mudou a maneira das pessoas se comunicarem e de fazerem negócios. Conhecer a história da internet é extremamente importante para termos uma visão macro do tempo e espaço. No final da década de 50, o mundo vivia a Guerra Fria. A rivalidade entre as superpotências mundiais, Estados Unidos e União Soviética, era intensa, marcando o período com disputas estratégicas e conflitos indiretos que duraram desde o final da Segunda Guerra Mundial (1945) à extinção da União Soviética (1991) e deixou marcas em diversos países da África e Ásia até hoje. Na época, o grande foco estava na corrida pela construção de armas nucleares. A partir daí, um dos campos que mais se beneficiou foi o da tecnologia. Para operacionalizar os lançamentos de mísseis e foguetes, por exemplo, foi preciso investir bastante em tecnologia aeroespacial. Em 1957, a União Soviética saiu na frente e lançou o primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik. Desde então, inicou-se declaradamente a corrida espacial.
A 4 de Outubro de 1957, a URSS lançava com sucesso o primeiro satélite artificial a orbitar a Terra – o Sputnik. Baseado na tecnologia desenvolvida por von Braun, o Sputnik era um pequeno satélite com cerca de 84 kg, que emitiu o primeiro e mais famoso bip bip a partir do espaço.
A repercussão nos Estados Unidos e em todo o mundo foi estrondosa. Os americanos ficaram apreensivos, já que os soviéticos poderiam usar a tecnologia demonstrada para lançamentos de mísseis numa temida guerra nuclear. O governo americano buscava medidas para passar à frente em conhecimento de tecnologia espacial e na produção de bombas atômicas.

Diante deste cenário, em 1958, os americanos sentiram a necessidade de criar uma rede de comunicação estratégica com objetivo de desenvolver pesquisas científicas e tecnologias militares. Nasceu, então, a ARPA (Advanced Research Projects Agency). Em 1962, A NASA (National Aeronautics and Space Administration) apresentou um projeto comandado por Joseph Carl Robnett Licklider do MIT (Massachusetts Institute of Technology), que tinha como objetivo a construção de uma ampla rede de comunicação. Na visão futurista de Licklider, o objetivo de seu trabalho era conectar pessoas, para auxiliá-las a trocar experiências entre si. Lawrence G. Roberts, sucessor de Licklider na ARPA, levou adiante suas idéias sobre uma rede de comunicação e, em 1967, o plano passa a se chamar ARPANET.Existia outra rede que ligava os departamentos de pesquisa e as bases militares. Mas, como estavam em plena guerra fria e toda a comunicação desta rede passava por um computador central, que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável. Se a antiga União Soviética resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, tornando os Estados Unidos extremamente vulneráveis a mais ataques.

A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um backbone (sugiro explicar o termo) que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ligava militares e pesquisadores, sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, assim, tornando-se quase indestrutível. Em 1969, quatro universidades norte-americanas foram escolhidas para funcionar como “nós”: Universidade da Califórnia, em Los Angeles(UCLA); Universidade de Stanford, através do Stanford Research Institute; Universidade da Califórnia, em Santa Barbara; e a Universidade de Utah. Dois anos mais tarde já eram quinze (15) universidades interligadas em “nós”.

Em 1972, nasceu o correio eletrônico. Em 1973, foram estabelecidas as primeiras conexões internacionais, integrando a rede a centros de pesquisa da Inglaterra e Noruega. Logo, ficou evidente a enorme utilidade desta rede para a troca de informações científicas entre universidades, pois todo o acervo dos bancos de dados e recursos computacionais destas podiam ser compartilhados amplamente, graças a nova rede de conexão. Com o crescimento do tráfego de informação militar na rede, seu acesso tornou-se mais restritivo, fazendo com que uma série de outras redes fossem criadas, quer por instituições de pesquisa, quer por companhias privadas. As redes acabaram por criar uma comunidade que trocava entre si informações através das mailing lists, embora não houvesse ainda uma possibilidade de comunicação entre as diversas redes.O desafio deles era criar um protocolo que atendesse ao conceito de arquitetura aberta, isto é, o protocolo deveria ser capaz de interligar diferentes tipos de redes, não importando que tecnologia essas redes empregassem em sua comunicação (ondas de rádio, satélite, ARPANET etc.).
Eis que surge Vinton Cerf, presidente da International Network Working Group (Grupo de Trabalho da Rede Internacional) e conhecido hoje como o Pai da Internet, estava envolvido, desde o início, na construção da rede.
A partir de um seminário, ele fez um rascunho com a solução baseada no uso de um protocolo universal que mais tarde foi chamado de TCP/IP (Transmission Control Protocol/internet Protocol). O TCP/IP permitiu a conexão dessas diferentes redes que estavam sendo criadas, surgindo, então, a idéia de “interconnect networks” (redes interconectadas) ou, abreviadamente, “internet”.
Em 1974, Cerf e outros colaboradores publicaram seu trabalho resolvendo o problema de diferentes tipos de redes. Apesar de passar a utilizar o mesmo tipo de rede, vários grupos de universidades foram criando suas networkings. Até aqui, o uso continuava sendo feito por militares, instituições de ensino, pesquisadores, etc. Ainda não se tinha a solução para uma rede com padrões universais para a população em geral. Em outras palavras, não bastava só um pai para dar vida a internet, ela precisaria de mãe, tios e tias, padrinhos, avós, toda uma estrutura familiar…
Continuação em: “A História da Internet – A Queda do Muro de Berlim”
Autor: Diego Rydz - Combatente Brasileiro da Revolução Digital!
A internet mudou a maneira das pessoas se comunicarem e de fazerem negócios.Conhecer a história da internet é extramente importante para termos uma visão macro do tempo e espaço. E termos consciência do nosso papel na revolução digital que surgiu após sua invenção.No final da década de 50, o mundo vivia a Guerra Fria. A rivalidade entr
e as superpotências mundiais, Estados Unidos e União Soviética era intensa, marcando o período com disputas estratégicas e conflitos indiretos que durou desde o final da Segunda Guerra Mundial (1945) à extinção da União Soviética (1991).Na época, o grande foco estava na corrida pela construção de armas nucleares e um dos campos que mais se beneficiaram foi o da tecnologia. Para operacionalizar os lançamentos de mísseis e foguetes foi preciso investir bastante em tecnologia aeroespacial, o que colocou neste contexto a corrida espacial.Em 1957, a União Soviética saiu na frente e lançou o primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik.
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A 4 de Outubro de 1957, a URSS lançava com sucesso o primeiro satélite artificial a orbitar a Terra – o Sputnik. Baseado na tecnologia desenvolvida por von Braun, o Sputnik era um pequeno satélite com cerca de 84 kg, que emitiu o primeiro e mais famoso bip bip a partir do espaço.
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A repercussão nos Estados Unidos e em todo o mundo foi estrondosa. Os americanos ficaram apreensivos, já que os soviéticos poderiam usar a tecnologia demonstrada para lançamentos de mísseis numa temida guerra nuclear. O governo americano buscava medidas para passar a frente em conhecimento de tecnologia espacial e na produção de bombas atômicas.

Diante deste cenário, em 1958, os americanos sentiram a necessidade de criar uma rede de comunicação estratégica com objetivo de desenvolver pesquisas científicas e tecnologias militares. Nasceu então a ARPA (Advanced Research Projects Agency). Em 1962, A NASA (National Aeronautics and Space Administration) apresentou um projeto comandado por Joseph Carl Robnett Licklider do MIT (Massachusetts Institute of Technology), que tinha como objetivo a construção de uma ampla rede de comunicação. Na visão futurista de Licklider, o objetivo de seu trabalho era conectar pessoas, para auxilia-las a trocar experiências entre si. Lawrence G. Roberts, sucessor de Licklider na ARPA, levou adiante suas idéias sobre uma rede de comunicação e em 1967 o plano passa a se chamar ARPANET.Existia outra rede que ligava os departamentos de pesquisa e as bases militares. Mas, como estavam em plena guerra fria e toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável.Se a antiga União Soviética resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, tornando os Estados Unidos extremamente vulneráveis a mais ataques.
A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um backbone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ligava militares e pesquisadores, sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível. Em 1969, quatro universidades norte-americanas foram escolhidas para funcionar como “nós”: Universidade da Califórnia, em Los Angeles(UCLA); Universidade de Stanford, através do Stanford Research Institute; Universidade da Califórnia, em Santa Barbara; e a Universidade de Utah. Dois anos mais tarde já eram quinze (15) universidades interligadas em “nós”.
Em 1972 nasceu o correio eletrônico, em 1973 foram estabelecidas as primeiras conexões internacionais, integrando a rede centros de pesquisa da Inglaterra e Noruega.Logo ficou evidente a enorme utilidade desta rede para a troca de informações científicas entre universidades, pois todo o acervo dos bancos de dados e recursos computacionais destas universidades podiam ser compartilhados amplamente, graças a nova rede de conexão.Com o crescimento do tráfego de informação militar na rede, seu acesso tornou-se mais restritivo, fazendo com que uma série de outras redes fossem criadas, quer por instituições de pesquisa, quer por companhias privadas. As redes acabaram por criar uma comunidade que trocava entre si informações através das mailing lists, embora não houvesse ainda uma possibilidade de comunicação entre as diversas redes.O desafio deles era criar um protocolo que atendesse ao conceito de arquitetura aberta, isto é, o protocolo deveria ser capaz de interligar diferentes tipos de redes, não importando que tecnologia essas redes empregassem em sua comunicação (ondas de rádio, satélite, ARPANET etc.).
Eis que surge Vinton Cerf, pesquisador da Universidade de Standford até então presidente da International Network Working Group (Grupo de Trabalho da Rede Internacional, conhecido hoje como o Pai da Internet, envolvido desde o início na construção da rede. Esperando o início de um seminário, fez um rascunho com a solução baseada no uso de um protocolo universal que mais tarde foi chamado de TCP/IP (Transmission Control Protocol/internet Protocol). O TCP/IP permitiu a conexão dessas diferentes redes que estavam sendo criadas, surgindo então a idéia de “interconnect networks” (redes interconectadas) ou, abreviadamente, “internet”.
Em 1974, Cerf e outros colaboradores publicaram seu trabalho resolvendo o problema de diferentes tipos de redes. Apesar de passar a utilizar o mesmo tipo de rede, vários grupos de universidades foram criando suas networkings.Até aqui, o uso continuava sendo militar, instituições de ensino, pesquisadores, etc. Ainda não se tinha a solução para uma rede com padrões universais para os população civil.Em outras palavras, não bastava só um pai para dar vida a internet, ela precisaria de mãe, tios e tias, padrinhos, avós, toda uma estrutura familiar.(a história continua no próximo artigo: A História da Internet – Queda do muro de Berlim!)Autor: Diego Rydz - Combatente Brasileiro da Revolução Digital!A internet mudou a maneira das pessoas se comunicarem e de fazerem negócios.Conhecer a história da internet é extramente importante para termos uma visão macro do tempo e espaço. E termos consciência do nosso papel na revolução digital que surgiu após sua invenção.No final da década de 50, o mundo vivia a Guerra Fria. A rivalidade entre as superpotênci
as mundiais, Estados Unidos e União Soviética era intensa, marcando o período com disputas estratégicas e conflitos indiretos que durou desde o final da Segunda Guerra Mundial (1945) à extinção da União Soviética (1991).Na época, o grande foco estava na corrida pela construção de armas nucleares e um dos campos que mais se beneficiaram foi o da tecnologia. Para operacionalizar os lançamentos de mísseis e foguetes foi preciso investir bastante em tecnologia aeroespacial, o que colocou neste contexto a corrida espacial.Em 1957, a União Soviética saiu na frente e lançou o primeiro satélite artificial da Terra, o Sputnik.
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A 4 de Outubro de 1957, a URSS lançava com sucesso o primeiro satélite artificial a orbitar a Terra – o Sputnik. Baseado na tecnologia desenvolvida por von Braun, o Sputnik era um pequeno satélite com cerca de 84 kg, que emitiu o primeiro e mais famoso bip bip a partir do espaço.
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A repercussão nos Estados Unidos e em todo o mundo foi estrondosa. Os americanos ficaram apreensivos, já que os soviéticos poderiam usar a tecnologia demonstrada para lançamentos de mísseis numa temida guerra nuclear. O governo americano buscava medidas para passar a frente em conhecimento de tecnologia espacial e na produção de bombas atômicas.

Diante deste cenário, em 1958, os americanos sentiram a necessidade de criar uma rede de comunicação estratégica com objetivo de desenvolver pesquisas científicas e tecnologias militares. Nasceu então a ARPA (Advanced Research Projects Agency). Em 1962, A NASA (National Aeronautics and Space Administration) apresentou um projeto comandado por Joseph Carl Robnett Licklider do MIT (Massachusetts Institute of Technology), que tinha como objetivo a construção de uma ampla rede de comunicação. Na visão futurista de Licklider, o objetivo de seu trabalho era conectar pessoas, para auxilia-las a trocar experiências entre si. Lawrence G. Roberts, sucessor de Licklider na ARPA, levou adiante suas idéias sobre uma rede de comunicação e em 1967 o plano passa a se chamar ARPANET.Existia outra rede que ligava os departamentos de pesquisa e as bases militares. Mas, como estavam em plena guerra fria e toda a comunicação desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pentágono, sua comunicação era extremamente vulnerável.Se a antiga União Soviética resolvesse cortar a comunicação da defesa americana, bastava lançar uma bomba no Pentágono, tornando os Estados Unidos extremamente vulneráveis a mais ataques.
A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um backbone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais difícil de ser interrompido), ligava militares e pesquisadores, sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível. Em 1969, quatro universidades norte-americanas foram escolhidas para funcionar como “nós”: Universidade da Califórnia, em Los Angeles(UCLA); Universidade de Stanford, através do Stanford Research Institute; Universidade da Califórnia, em Santa Barbara; e a Universidade de Utah. Dois anos mais tarde já eram quinze (15) universidades interligadas em “nós”.
Em 1972 nasceu o correio eletrônico, em 1973 foram estabelecidas as primeiras conexões internacionais, integrando a rede centros de pesquisa da Inglaterra e Noruega.Logo ficou evidente a enorme utilidade desta rede para a troca de informações científicas entre universidades, pois todo o acervo dos bancos de dados e recursos computacionais destas universidades podiam ser compartilhados amplamente, graças a nova rede de conexão.Com o crescimento do tráfego de informação militar na rede, seu acesso tornou-se mais restritivo, fazendo com que uma série de outras redes fossem criadas, quer por instituições de pesquisa, quer por companhias privadas. As redes acabaram por criar uma comunidade que trocava entre si informações através das mailing lists, embora não houvesse ainda uma possibilidade de comunicação entre as diversas redes.O desafio deles era criar um protocolo que atendesse ao conceito de arquitetura aberta, isto é, o protocolo deveria ser capaz de interligar diferentes tipos de redes, não importando que tecnologia essas redes empregassem em sua comunicação (ondas de rádio, satélite, ARPANET etc.).
Eis que surge Vinton Cerf, pesquisador da Universidade de Standford até então presidente da International Network Working Group (Grupo de Trabalho da Rede Internacional, conhecido hoje como o Pai da Internet, envolvido desde o início na construção da rede. Esperando o início de um seminário, fez um rascunho com a solução baseada no uso de um protocolo universal que mais tarde foi chamado de TCP/IP (Transmission Control Protocol/internet Protocol). O TCP/IP permitiu a conexão dessas diferentes redes que estavam sendo criadas, surgindo então a idéia de “interconnect networks” (redes interconectadas) ou, abreviadamente, “internet”.
Em 1974, Cerf e outros colaboradores publicaram seu trabalho resolvendo o problema de diferentes tipos de redes. Apesar de passar a utilizar o mesmo tipo de rede, vários grupos de universidades foram criando suas networkings.Até aqui, o uso continuava sendo militar, instituições de ensino, pesquisadores, etc. Ainda não se tinha a solução para uma rede com padrões universais para os população civil.Em outras palavras, não bastava só um pai para dar vida a internet, ela precisaria de mãe, tios e tias, padrinhos, avós, toda uma estrutura familiar.(a história continua no próximo artigo: A História da Internet – Queda do muro de Berlim!)Autor: Diego Rydz - Combatente Brasileiro da Revolução Digital!
Para começarmos a conversar e interagir sobre o tema do nosso blog, precisamos entender o que isso significa Marketing Digital. Esse é o primeiro termo para nós, profissionais do ramo, explicarmos, discutirmos e fazermos um bocado de gente entender, pensar, respirar e executar esse negócio.
Como o tema é Marketing Digital, vamos seguir a essência do marketing e, principalmente, seus processos práticos (gravem essa palavra: PRÁTICA): Analisar, Estabelecer Objetivos, Planejar, Executar e Manter o controle.
Nestes primeiros posts, caríssimos(as) internautas, vamos nos dedicar à Análise do nosso tema Marketing Digital. Tudo despretensiosamente, claro! Se tiver algum professor ou especialista, por favor, pronuncie-se com críticas e sugestões. Afinal, sabemos que podemos aprender muito mais quando compartilhamos. E claro, vamos dividir os tópicos em posts, para não ficar um giant post.
A missão do nosso blog é disseminar a informação, não queremos lançar uma nova versão dos conceitos que já existem… queremos apenas juntar as informações e traçar um caminho com menos turbulência para os que querem se aprofundar neste mundo da Revolução Digital e pular fases através de aprendizados práticos (economizando tempo+dinheiro), compartilhando experiências deste processo de transição (sem internet x com internet).
Ninguém mais que a nossa amiga Wikipédia para compartilhar essa informação. Que amiga, hein. Ajuda a qualquer hora e não cobra nada! Salve a Wikipédia!
Entendido o conceito básico de Marketing Digital, devemos nos aprofundar na palavra “digital”. No próximo post, iremos falar desse ex-novo meio de comunicação: a Internet. Como surgiu a rede mundial de computadores? Onde estamos na linha do tempo?
Os mais aflitos e ansiosos já querem sair planejando projetos, discutindo cases. Muita calma nessa hora, estamos na rede mundial de computadores e o primeiro passo é nivelar os conhecimentos para todos poderem participar das discussões. Temos de começar desde o “era uma vez”. Quem quiser participar só mais na frente, não esqueça de assinar o RSS e ficar atualizado em tempo real.
Em caso de dúvidas, mandem comentários!
Autor: Diego Rydz - Combatente Brasileiro da Revolução Digital!
Para começarmos a conversar e interagir sobre o tema do nosso blog, precisamos entender o que isso significa! Marketing Digital!! Esse é o primeiro termo para nós profissionais do ramo termos que explicar, discutir e fazer meio-mundo-de-gente entender, pensar, respirar e executar esse negócio! Fora os nobres colegas que adoram criar novos nomes para aumentar o nosso vocabulário e o tempo de disseminarmos esse conhecimento! Como o tema é Marketing Digital, vamos seguir a excência do marketing, e principalmente seus processos práticos (gravem essa palavra! PRÁTICA!! ): Analisar, Estabelecer objetivos, Planejar, Executar e Manter o controle. Esses primeiros posts, caríssimos (as) internautas, vamos dedicar para a Análise do nosso tema Marketing Digital!!! Tudo despretensiosamente, claro! Se tiver algum professor ou especialista por favor pronuncie-se com críticas e sugestões! Afinal, sabemos que podemos aprender muito mais do que compartilhar!!! E claro, vamos dividir os tópicos em posts, para nao ficar um giant post!A missão do nosso blog é disseminar a informação, não queremos lançar uma nova versão dos conceitos que já existem… queremos apenas juntar as informações e traçar um caminho com menos turbulência para os que querem apronfundar-se neste mundo da Revolução Digital e pular fases através de aprendizados práticos (economizando tempo+dinheiro), compartilhando experiências deste processo de transição (sem internet x com internet).Ninguém mais que a nossa amiga Wikipédia para compartilhar essa informação! Que amiga hein, ajuda a qualquer hora e não cobra nada! Salve a Wikipédia!
Entendido o conceito básico de Marketing Digital, devemos nos aprofundar na palavra “digital”!!!! No próximo post iremos falar deste ex-novo meio de comunicação, a Internet!!! Como surgiu a rede mundial de computadores? Onde estamos na linha do tempo?
Os mais aflitos e ansiosos já querem sair planejando projetos, discutindo cases!!! Muita calma nessa hora, estamos na rede mundial de computadores e o primero passo é nivelar os conhecimentos para todos poderem participar das discussões…. temos que começar do era uma vez…. quem quiser participar do meio em diante não se esqueça de assinar o RSS e ficar atualizado em tempo real.
Em caso de dúvidas, mandem comentários!
Autor: Diego Rydz - Combaten
te Brasileiro da Revolução Digital!
Para começarmos a conversar e interagir sobre o tema do nosso blog, precisamos entender o que isso significa! Marketing Digital!! Esse é o primeiro termo para nós profissionais do ramo termos que explicar, discutir e fazer meio-mundo-de-gente entender, pensar, respirar e executar esse negócio! Fora os nobres colegas que adoram criar novos nomes para aumentar o nosso vocabulário e o tempo de disseminarmos esse conhecimento! Como o tema é Marketing Digital, vamos seguir a excência do marketing, e principalmente seus processos práticos (gravem essa palavra! PRÁTICA!! ): Analisar, Estabelecer objetivos, Planejar, Executar e Manter o controle. Esses primeiros posts, caríssimos (as) internautas, vamos dedicar para a Análise do nosso tema Marketing Digital!!! Tudo despretensiosamente, claro! Se tiver algum professor ou especialista por favor pronuncie-se com críticas e sugestões! Afinal, sabemos que podemos aprender muito mais do que compartilhar!!! E claro, vamos dividir os tópicos em posts, para nao ficar um giant post!A missão do nosso blog é disseminar a informação, não queremos lançar uma nova versão dos conceitos que já existem… queremos apenas juntar as informações e traçar um caminho com menos turbulência para os que querem apronfundar-se neste mundo da Revolução Digital e pular fases através de aprendizados práticos (economizando tempo+dinheiro), compartilhando experiências deste processo de transição (sem internet x com internet).Ninguém mais que a nossa amiga Wikipédia para compartilhar essa informação! Que amiga hein, ajuda a qualquer hora e não cobra nada! Salve a Wikipédia!
Entendido o conceito básico de Marketing Digital, devemos nos aprofundar na palavra “digital”!!!! No próximo post iremos falar deste ex-novo meio de comunicação, a Internet!!! Como surgiu a rede mundial de computadores? Onde estamos na linha do tempo?
Os mais aflitos e ansiosos já querem sair planejando projetos, discutindo cases!!! Muita calma nessa hora, estamos na rede mundial de computadores e o primero passo é nivelar os conhecimentos para todos poderem participar das discussões…. temos que começar do era uma vez…. quem quiser participar do meio em diante não se esqueça de assinar o RSS e ficar atualizado em tempo real.
Em caso de dúvidas, mandem comentários!
Autor: Diego Rydz - Combatente Brasileiro da Revolução Digital!
No blog Marketing Digital, você pode conhecer mais sobre Marketing Digital, sua evolução, novas tecnologias, cases, estatísticas e mais.
